27 de abril de 2008

COMO SURGIU O PIANO


O Piano é um instrumento musical de cordas percutidas, munido de um teclado e de uma grande caixa de ressonância. O som é produzido pela pressão das teclas que acionam martelos de madeira revestidos de feltro que, por sua vez, fazem percurtir as cordas. É dotado de dois pedais: o direito, quando pressionado, permite que as cordas permaneçam vibrando, mesmo que as teclas deixem de ser tocadas; o esquerdo, também chamado surdina, serve para diminuir o brilho da sonoridade. O primeiro piano foi fabricado pelo italiano Bartolomeu Cristofori.
Bartolomeu Cristofori, construtor de cravos de Florença, por volta de 1700 já havia concluído a fabricação de pelo menos um destes instrumentos que chamou de "Gravicembalo col Piano e Forte", isto é , cravo com sons suaves e fortes. Enquanto as cordas do cravo são tangidas por bicos de penas, o piano tem suas cordas percurtidas por martelos (revestidos de couro nos primeiros modelos), cuja dinâmica pode ser variada de acordo com a pressão dos dedos do executante. Isso daria ao piano grande poder de expressão e abriria uma série de possibilidades novas.
No começo o piano custou para se tornar popular porque os primeiros modelos eram muito precários. Haydn aceitou o piano em pé de igualdade com o cravo e o clavicórdio. Durante muito tempo a música para instrumento de teclado continuou a ser impressa com a indicação 'para pianoforte ou cravo', mas, no final do século XVIII o cravo já havia caído em desuso, substituído pelo piano.
Apesar do piano ter sido inventado por um italiano, foram os alemães que, com afinco, levaram a idéia adiante. Dentre estes construtores podemos citar: Silbermann, Zumpe, J. Stein. Os ingleses passaram também a construir pianos, de mecanismo mais pesado e som mais cheio e rico, considerado pai daquele usado atualmente. As melhorias dos pianos ingleses foram devidas ao famoso fabricante John Brodwood. Bradwood foi responsável por grandes transformações no instrumento: em 1783 patenteia os dois pedais, o pedal surdina e o pedal direito. Em 1790, fabrica o primeiro piano com 5 oitavas e meia e, em 1794, cria o de 6 oitavas.
Grande revolução na sensibilidade do toque veio com Erard, que, em 1821, inventou o duplo escapo. Consistia este em deixar o martelo, depois de ferir a nota, a uma pequena distância da corda e mantê-lo sob total controle da tecla, enquanto ela permanecesse abaixada. O toque de notas repetidas tornou-se, então, possível, pois o duplo escapo permite que se toque repetidamente a mesma tecla.
No século XIX o piano passou por diversos melhoramentos. O número de notas foi aumentado, as cordas ficaram mais longas e grossas e os martelos, antes cobertos por couro, passaram a ser revestidos de feltro, melhorando a sonoridade. Os compositores românticos passaram a explorar todos os recursos do piano. Quase todos os compositores românticos escreveram para o piano, mas os mais importantes foram: Schubert, Mendelssohn, Chopin, Schumann, Liszt e Brahms.
As mudança sociais ocorridas no fim do século XVIII para os primeiros anos do século XIX, com o aparecimento da classe média (surgida da expansão do capitalismo), determinou um novo conceito no tamanho das residências, agora menores, em comparação com as casas da nobreza. Esta situação favoreceu à criação do piano vertical, por volta de 1800, cuja principal vantagem era ocupar menos espaço e ser um instrumento mais barato que os pianos horizontais fabricados até então. Logo tornou-se popular e foi um móvel comum na maioria das salas de visitas das casas do século XIX.
Por volta de 1880, as principais etapas na evolução do piano já haviam sido vencidas. Os fabricantes, agora, incorporavam naturalmente em seus instrumentos as idéias e as melhorias introduzidas durante a primeira metade do século XIX e o período que se seguiu foi apenas de aprimoramento e aperfeiçoamento de determinados detalhes.

17 de abril de 2008

MONTY PYTHON - DOMINGO 17.50 CINE-TEATRO DE ELVAS

OS MELHORES SKETCHS DOS MONTY PYTHON Os Monty Python abriram os sentidos do mundo não só para a comédia, mas também para alguns temas importantes para as sociedades modernas: como trocar papagaios mortos. Piadas enquanto armas mortíferas. Canibalismo em agências funerárias. A presença de cangurus na Última Ceia. A UAU, os actores António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme, prestam a devida homenagem aos génios que lhes ensinaram boa parte daquilo que sabem sobre comédia, sobre o lado bonito da vida e sobre a arte de evitar ser esmagado por um pé gigante vindo sabe-se lá de onde, numa sucessão imparável de sketches clássicos dos Monty Python, traduzidos e adaptados por Nuno Markl. Este espectáculo é algo de completamente diferente. Este espectáculo é... OS MELHORES SKETCHES DOS MONTY PYTHON!!
(Nota: Este espectáculo não contém alces. Um responsável da UAU tentou incluí-los à força, mas já foi despedido.) Encenação António Feio Tradução e Adaptação Nuno Markl Cenário e Adereços F.Ribeiro Vídeo Tiago Forte Música Alexandre Manaia Figurinos Bárbara Gonzalez Feio Desenho de Luz Paulo Sabino Coreografia Paula Careto Apoio Vocal Carlos Coincas Ass. Encenação Sónia Aragão.
É um espéctaculo a não perder este Domingo no cine-teatro de Elvas pelas 17.30. Está quase esgotado. Eu não vou perder esta bela comédia com muito sucesso. Apareçam por lá, já que parece o fim de semana estar "de chuva".
Abraços



15 de abril de 2008

THE GIFT E OML EM ÉVORA







Pois é meus amigos, fui ver um grande concerto e constatar que os The Gift são a melhor banda portuguesa da actualidade (para mim claro), ou pelo menos a mais rica em termos musicais. E depois da simbiose com a Orquestra Metropolitana de Lisboa não há palavras. Foi espectacular e valeu mesmo a pena. Estão de parabéns.



Por alguma coisa venceram um prémio MTV. A banda fez 10 anos e está para durar.

Aqui deixo umas fotos do concerto.Peço desculpa pela má qualidade mas tinha de ser sem flash e tava longe.






Abraços

6 de abril de 2008

THE GIFT - ARENA DE ÉVORA - 13 DE ABRIL

Meus amigos os The Gift vão estar em Évora no arena dia 13 de Abril a partir das 21.30. Desta vez vão estar acompanhados pela Orquetra Metropolitana de Lisboa. Os bilhetes são de "borla" e vão estar disponíveis a partir de dia 7.
Vai ser um grande concerto. Não percam esta oportunidade.