30 de janeiro de 2008

CARMINA BURANA


Carmina Burana é uma cantata composta por Carl Orff. Estreou em 1937 formando mais tarde uma trilogia com outras duas cantatas também de Orff: Catuli Carmina (1943) e Trionfi dell'Afrodite (1952).

“Carmina Burana” é uma expressão em latim e significa “Canções de (Benedikt)beuern”. Durante a secularização de 1803, um volume de cerca de 200 poemas e canções medievais foi encontrado na abadia de Benediktbeuern, na Baviera superior. Eram poemas dos monges e eruditos errantes — os goliardos —, em latim medieval; versos no médio alto alemão vernacular, e vestígios de frâncico. O doutor bavariano em dialetos, Johann Andreas Schmeller, publicou a coleção em 1847 sob o título de “Carmina Burana”. Carl Orff, descendente de uma antiga família de eruditos e soldados de Munique, cedo ainda deparou-se com esse códex de poesia medieval. Ele arranjou alguns dos poemas em um happening — em “canções seculares (não-religiosas) para solistas e coros, acompanhados de instrumentos e imagens mágicas”.

Esta cantata é emoldurada por um símbolo da Antigüidade — o conceito da roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança. E assim o apelo em coral à Deusa da Fortuna (“O Fortuna, velut luna”) tanto introduz quanto conclui a obra, que se divide em três seções: O encontro do Homem com a Natureza, particularmente com o Natureza despertando na primavera (“Veris leta facies”), seu encontro com os dons da Natureza, culminando com o dom do vinho (“In taberna”); e seu encontro com o Amor (“Amor volat undique”).

Podemos ter o prazer de ouvir esta cantata interpretada pela Nova Orquestra Sinfónica de Lisboa nos dia 1, 2 e 3 de Fevereiro na Aula Magna em Lisboa.


Será uma boa sugestão para quem não gosta de Carnavais!!!!

16 de janeiro de 2008

PASSA POR MIM NO TERREIRO










Caros bloguistas, desta vez apresento-vos uma revista, bem à moda portuguesa, e neste caso alentejana. Ja tive o prazer de a presenciar e aconselho a quem queira rir e passar um bocado agradável.A história é uma critica à sociedade local (Campo Maior) onde se faz referência a habitos, festas, locais da vila,
personagens, as modas do sitio e muito mais.
Como é característico de uma revista, entre cena e cena, a habitual canção com letra adaptada, predominando o fado e musica popular portuguesa.
De referir que esta revista tem um elenco na sua grande maioria amador, mas que nada ficam a dever aos profissionais que todos os dias representam em novelas, séries e teatros.




Quero dar os meus parabéns a todos desde os que estão nos bastidores aos actores,
e dizer para continuar a produzir cultura e arte tão bem como o têm feito até aqui.

Abraços e um Bem Haja

Ricardo Ventura



5 de janeiro de 2008

CICLOS DE PIANO - BEETHOVEN - 8 JANEIRO - CCB


Artur Pizarro inaugura o ciclo dedicado ao instrumento de eleição do compositor alemão.

8 Jan 2008 - 21:00


GRANDE AUDITÓRIO DO CENTRO CULTURAL DE BELEM


Artur Pizarro, um dos músicos portugueses mais reconhecidos internacionalmente, inaugura o Ciclo de Piano integrado no projecto Beethoven 2008. É um dos cinco virtuosos pianistas que integram o ciclo dedicado ao instrumento de eleição do compositor alemão.
O programa deste primeiro recital inclui a mais famosa das sonatas de Beethoven, a Sonata Opus 27, n.º 2, Sonata ao Luar, assim chamada por ter sido comparada ao luar sobre o lago Lucerna.

Programa

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Sonata em Mi bemol maior, Opus 7
Sonata nº 2 em Dó sustenido menor “Moonlight”, Opus27

Intervalo

Sonata em Mi menor, Opus 90
Sonata em Dó maior “Waldstein”, Opus 53

Um concerto a não perder.